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Objetos do artesanato russo mais antigo expostos em Moscou

30.07.2012 14:35
Gzhel é uma porcelana tipicamente russa e não é confundida com nenhuma outra porcelana. Estatuetas, caixinhas de joias, utensílios, relógios e quadros. Tudo isso feito em duas cores: azul e branco. É uma mistura simbólica, russa, que, por um lado, mostra os invernos russos com sua neve que cobre todas as cidades com a neve branca. Por outro lado, lembra o azul dos rios e lagos deste enorme país.
O famoso Teatro Bolshoi, antes de terminar a temporada atual, anunciou seus planos para o futuro. O direito de abrir a temporada 2012-2013 foi concedida pelo teatro de Moscou aos seus colegas do Teatro milanês La Scala, que deverá apresentar no dia 6 de setembro o espetáculo Don Juan.

O próprio Teatro Bolshoi planeja adicionar ao seu repertório seis novas óperas. Uma das quais serão dirigidas por Yuri Lubimov. Esta será uma versão autoral do clássico russo Príncipe Igor de Aleksandr Borodin.

O auge da próxima temporada será o Festival, dedicado aos 100 anos do famoso balé Sagração da Primavera de Igor Stravisnkiy. Além dos anfitriões do festival, o festival contará com a participação do Balé Nacional da Finlândia, do Balé Béjart, da Suíça, e do Teatro de Danças Pina Bausch, da Alemanha. Todos eles apresentaram a sua versão do espetáculo. O coordenador artístico da trupe do Teatro Bolshoi, Serguei Filin, comentou o futuro evento:

"O evento terá uma programação única, pois irá serão mostradas quatro versões diferentes do balé Sagração da Primavera, de Stravisnkiy. As companhias, que irão trazer os espetáculos, irão mostrar paralelamente fragmentos do seu repertório. Nós mostraremos a nossa versão da "Primavera". Será uma estreia mundial, organizada especialmente para os artistas do balé do Teatro Bolshoi pelo coreografo inglês Wayne McGregor."

A trupe de balé do Teatro Bolshoi irá realizar turnês de 3 semanas pela Austrália e Nova Zelândia, em maio e junho de 2013, além de apresentações no teatro londrino Covent Garden.

O público internacional irá continuar a ter acesso aos espetáculos do Teatro Bolshoi através de transmissões ao vivo nos cinemas do mundo todo, como aconteceu na temporada anterior. Fiquem agora com a obra de Stravisnkiy - Sagração da Primavera, interpretada pela Orquestra Sinfônica Acadêmica Estatal sob a regência de Evgueni Svetlanov.

"Ave de Gzhel", este é o nome da exposição que ocorre em Moscou e demonstra as obras de um dos artesanatos mais antigos da Rússia. Ela continuará até o dia 9 de setembro.

Gzhel é uma porcelana tipicamente russa e não é confundida com nenhuma outra porcelana. Estatuetas, caixinhas de joias, utensílios, relógios e quadros. Tudo isso feito em duas cores: azul e branco. É uma mistura simbólica, russa, que, por um lado, mostra os invernos russos com sua neve que cobre todas as cidades com a neve branca. Por outro lado, lembra o azul dos rios e lagos deste enorme país.

As primeiras provas documentadas sobre os mestre deste ofício, localizado no subúrbio de Moscou, no vilarejo de Gzhel, são datados no século XVII. A exposição, por sua vez, conta com peças atuais, obras de artistas vivos. E isso é como um tipo de milagre, pois, mesmo depois de se privar das ajudas do estado depois da queda da URSS, a cidade de Gzhel continua a produzir esta obra prima.

Esta é a opinião do colecionador Alexei Potokin, que forneceu a sua coleção para a exposição. Alexei, padre da Igreja Ortodoxa, disse em entrevista à emissora Voz da Rússia, que herdou o interesse pela porcelana da mãe.

"Ela sempre trazia presentes feitos de Gzhel e nem sempre eu entedia o por que. Um dia eu comecei a gostar desta porcelana. É como as relações com as pessoas: as vezes nós pensamos que somente podemos se tornar amigos daqueles que são simpáticos para conosco. No entanto, a melhor amizade é aquela que vêm das dificuldades... Mais tarde eu fiquei sabendo que a vida do artesanato de Gzhel está chegando ao fim e que a fabrica estava caindo aos pedaços. Depois disto, a minha coleção ganhou um sentido mais forte para mim. É como uma bela moça, que por estar em perigo se torna duas vezes mais bela."

A coleção de Alexei Potokin tem mais de 500 peças. Porém na exposição serão exibidos apenas um terço desta coleção. Alguns dos artesãos, obras dos quais estão na exposição, falaram sobre as perspectivas deste artesanato antigo e quais são as novas formas de trabalhos apareceram no mercado. Elena Suhorukova, artesã, falou sobre isso em sua entrevista à nossa emissora.

"O maior interesse atualmente está nas decorações de interiores com peças de arquitetura ou design. Ou seja, nós recebemos um projeto e construímos painéis, fornos, bares e tudo o que for possível de fazer com a nossa porcelana. Nós trabalhamos com grandes projetos."

De qualquer forma, mesmo com as inovações, os temas mais usados ainda continuam sendo aquelas imagens tradicionais, que tem séculos de história. Entre eles está a ave azul no fundo branco. "É o símbolo da esperança, da nossa esperança pelo melhor!" - diz a artesã Elena Suhorukova

"A ave é um tema não muito simples. Talvez, antigamente, os artesãos apenas desenhavam aquilo que viam. Hoje, no entanto, há uma atenção maior sobre isso. A ave azul é um sonho inacessível. É aquilo que as pessoa aspiram."

"Travessuras marítimas" com ursos-funâmbulos

Como ensinar a andar por uma corda bamba? A esta e outras perguntas respondeu em entrevista à rádio Voz da Rússia o domador russo Alexander Ivanov, campeão do Gran Prix do Festival Circense Ecos da Ásia, que foi realizado na capital do Cazaquistão, Astana. Os artistas russos também conquistaram uma medalha de ouro, uma de prata e duas de bronze neste festival.

- Quais as impressões gerais que o Festival deixou em você? Como se prepararam os organizadores?

- Eles organizaram o festival de modo profissional. Em primeiro lugar, construíram um ótimo circo e um ótimo complexo para os visitantes com excelentes hotéis, que tinham até atelier. Era possível caminhar calmamente do circo para os hotel e vice-versa. O festival contou com artistas do mais alto nível, como em Monte Carlo. Neste ano, foram mostrados ótimos espetáculos da China e da Mongólia. Há ideias de convidar no próximo ano artistas europeus, mas, por enquanto, eles estão satisfeitos com os artistas da China, Rússia e Mongólia, que tem um nível muito alto.

- Em seu espetáculo "Travessuras Marítimas", 6 ursos entram no picadeiro.

- Dos seis, apenas as "garotas" trabalham. Elas são as mais talentosas. Nós também temos um jovem, Ivan ou Vanya, o resto são "garotas". Nossa estrela Yulia já viajou conosco 12 vezes para o Japão. Além disso temos Masha, Katya, Dasha e Marina. Estas são as nossas estrelas. Nós queríamos formar uma equipe formada por artistas-marinheiros e ursos-marinheiros. Eles são tratados à altura e, por isso, tem nomes de pessoas.

- Como ensinar a ursos a andar na corda bamba e ainda fazer com eles realizem truques acrobáticos em uma altura de 10 metros?

- Todos os ursos tem um talento diferente. São como as pessoas. Uns são talentosos nisto, outros em outra coisa. Para que o urso caminhe pela corda, nós, incialmente, colocamos ela à uma altura de 1 metro. Pegamos o urso pelas patas e o ensinamos a caminhar, como uma criança. Quando sentimos que ele já se acostumou, nós aumentamos a altura até os 5-10 metros. No entanto, os ursos menos corajosos fazem outros truques. Eles trabalham no picadeiro: um manobra o leme, outro pula com a corda e assim vai. Nós não forçamos os animais a fazerem aquilo que eles não querem.



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